Nossa história

Em 2001, um cômodo.
Em 24 anos, 20.000+ vidas.

A história do Ele Clama começou com Kaka Menezes decidindo abrigar uma pessoa em situação de rua. Hoje é uma das maiores operações de acolhimento de Minas Gerais.

Em 2001, Kaka Menezes era um ex-atleta profissional. Tinha vivido o outro lado: vitrine, palco, prêmios. Mas conheceu Valquírio — um homem em situação de rua — e a vida dele virou.

A primeira decisão foi simples: trazer Valquírio pra dentro de casa. Comida, banho, cama. Sem manual, sem fundação, sem ONG. Só uma porta aberta.

Em pouco tempo eram 5. Depois 10. Depois 35. Hoje, depois de mais de duas décadas, mais de 20 mil pessoas já passaram pelo Ele Clama — pra recomeçar. A casa virou comunidade terapêutica, com equipe multidisciplinar, programa esportivo (Contagem Towers) e pizzaria de reintegração (Levain-te).

O que não mudou em 24 anos: a porta nunca fechou. Não fecha por feriado, não fecha por crise, não fecha por mudança de governo. Quem chega à madrugada encontra cama. Quem chega no domingo encontra prato.

Linha do tempo

24 anos em 6 momentos.

  1. 2001

    Tudo começa com Valquírio

    Kaka Menezes, ex-atleta profissional, decide abrigar 1 pessoa em situação de rua. Era pra ser temporário. Não foi.

  2. 2003-2010

    De um cômodo a uma comunidade

    A casa cresce. Mais acolhidos chegam. A operação ganha estrutura: equipe, alimentação coletiva, rotina terapêutica.

  3. 2016

    Esporte como ferramenta — nasce a Contagem Towers

    Programa esportivo formaliza o que sempre foi parte da casa: movimento como ferramenta de tratamento e reintegração.

  4. 2020

    Levain-te — trabalho que reintegra

    Lançamento da pizzaria que emprega acolhidos em formação. Primeiro condomínio atendido. Hoje são 15.

  5. 2024

    Nova unidade — Solar do Madeira

    Mudança pro sítio definitivo em Contagem-MG. Auditório, quadra, campo, capela, refeitório, dormitórios, áreas verdes.

  6. Hoje

    24 anos · 20.000+ vidas

    Continuamos abrindo a porta toda semana pra quem chega. A história não acabou — ela acontece todo dia.

“A gente não acolhe pra ser bonzinho. A gente acolhe porque ninguém merece dormir na rua. É justiça, não caridade.”

Kaka Menezes — fundador

Faça parte da próxima década dessa história.

A história continua sendo escrita — você pode entrar nela como padrinho, voluntário ou parceiro.